Preocupa-me a ausência do nome de
meu candidato entre os “papáveis”. De todo modo, isto pode ser um bom sinal.
Joseph Ratzinger não figurava nas listas confeccionadas para o Conclave de
2005, apesar de hoje se dizer o contrário. Ele era, na verdade, o anticandidato
– esperava-se alguém – como posso dizer? – mais “dialogante”, alguém como
Martini ou Bergoglio.
Sobre o papel do Espírito Santo
na escolha do papa, o próprio Bento XVI disse as seguintes palavras: “provavelmente a
única garantia que Ele oferece é que a coisa não será uma completa ruína”.
É isso mesmo: o Espírito Santo
deixa muito “espaço”, muita “liberdade” aos cardeais. Que usem-na bem, pois já
estou farto de ouvir suas eminências, nas muitas entrevistas que vêm dando,
dizerem que o novo papa tem de ser “homem de diálogo”. Sinceramente não sei o
que querem dizer com isso, ou sei?
O que querem? Um papa ou um
apresentador de Talk Show?
2 comentários:
rsrs
Esse discurso do diálogo, de fato, já está batido demais! Como assim, um Papa do diálago? Um papa que dialoque mais do que Bento XVI?!?! Quase impossível! Eu acho mesmo que impossível! João Paulo II, por exemplo, em relação a Bento XVI era "extremamente" autoritário.
Sinceramente me dá tristeza em ver como a formação do clero empobreceu a ponto de gerações seguidas de sacerdotes ficarem repetindo chavões, como a necessidade de dialogar, e não perceberem que esse diálogo que certas ideologias ou o mundo exige não é verdadeiramente um diálogo, mas sim uma imposição de uma ideologia ou de um viés anti-cristão.
Padre,
Como seus textos contribuem para elucidar tantas dúvidas sobre esses últimos acontecimentos da igreja.
Um grande abraço,
Saudades!
Priscilla.
Postar um comentário