"Oblatus est, quia ipse voluit, et peccata nostra ipse portavit!"

segunda-feira, 25 de janeiro de 2010

Catedrais (XIX)

Cathedral of the Most Blessed Sacrament
Archdiocese of Detroit / Michigan 

Cathedral of Saint Mary, Our Lady of the Mount Carmel
Diocese of Gaylord / Michigan 

Cathedral of Saint Andrew
Diocese of Grand Rapids / Michigan 

Cathedral of Saint Augustine
Diocese of  Kalamazoo / Michigan

Cathedral of Saint Mary
Diocese of Lansing / Michigan 

Cathedral of Saint Peter
Diocese of Marquette / Michigan 

Cathedral of Mary of the Assumption
Diocese of Saginaw / Michigan 

Cathedral of Our Lady of the Chaldeans
Eparchy of Saint Thomas the Apostle of Detroit / Michigan
Chaldean Catholic Church

segunda-feira, 11 de janeiro de 2010

O sentido do Tempo Comum

O Batismo do Senhor inicia o Tempus per annum ou Tempo Comum. Comum não no sentido que se trate de um tempo de escassa importância, mas entendido como o tempo em que se recorda a missão ordinária do Senhor, excluídos os grandes mistérios como a Encarnação do Filho de Deus, precedido pelo Advento, o Mistério Pascal, precedido pelo tempo forte da Quaresma. As grandes solenidades dão lugar a um estilo ao mesmo tempo vivaz e simples: é este o tempo propício para redescobrir e valorizar, em toda a sua riqueza, os tempos de Deus que se alternam no ritmo do homem. Uma eternidade que a cada ano se repropõe no seu mistério para permear e compenetrar sempre mais a vida de cada um de nós e, através de nós, de toda a história. O tempo comum exige atenção ao cotidiano, ao ciclo semanal, à vida; ajuda a entrar nos meandros de cada experiência pessoal e familiar, social e eclesial do crente. Nada pode se subtrair à graça transformadora de Cristo: afetos e dons, bens e escolhas, trabalho e festa, alegrias e fadigas, doença e morte. Tudo é marcado profundamente. A adesão ao Ressuscitado exige um percurso constante e progressivo para chegar a revestir-se de Cristo.

Este tempo é o “comum”: ocorrem tempos longos e várias mediações para acolhê-lo como regra de vida e critério de juízo, força de ação e certeza de futuro, esperança feliz.

Viver como cristão o tempo comum equivale a ser fiel à Eucaristia. Santo Inácio de Antioquia e os mártires de Abitilene diziam que sem o domingo não podiam viver.

O Domingo é o dia do encontro semanal com o Senhor ressuscitado. Dia que dá ritmo ao ano litúrgico e nos convoca com força a uma relação equilibrada entre trabalho e repouso; dia para salvaguardar em meio a todos os nossos afazeres um espaço de gratuidade para celebrar o amor de Deus que nos salva.

O tempo comum, portanto, é um período de vigilância e de esperança; daí a escolha da cor litúrgica verde.

O tempo comum é constituído por 33 ou 34 semanas subdivididas em dois períodos: o que nos conduz à Quaresma; e o que vem depois da Solenidade de Pentecostes.

Como dito, ele é “comum” na medida em que celebra o mistério de Cristo na sua globalidade, ao longo do ritmo das semanas e dos domingos.

Seremos auxiliados nisto pela leitura semicontínua de um dos evangelhos sinóticos (São Lucas em 2010) no qual encontramos a pessoa de Jesus nas suas palavras e no seu estilo de vida, os seus encontros com as pessoas, o tempo condividido com os discípulos, o ensinamento e as curas realizadas nas situações mais inesperadas.

Fonte: Pontifex

Tradução: OBLATVS

sábado, 9 de janeiro de 2010

A Epifania do Verbo Divino no Batismo do Jordão


de Manuel Nin

Em todas as tradições cristãs do Oriente a Epifania celebra a manifestação do Verbo de Deus encarnado, em um contexto trinitário e cristológico. Os textos litúrgicos resumem de qualquer modo os principais mistérios da fé cristã: o mistério trinitário, a encarnação do Verbo de Deus e a redenção recebida no Batismo, evento celebrado durante a grande bênção da água que recorda o batismo de Cristo e o de cada um dos cristãos. Na tradição bizantina a Epifania é uma das doze grandes festas, com uma “pré-festa” que inicia no dia 2 de janeiro e uma oitava que termina no dia 14 de janeiro. Este tempo quer mostrar como a Igreja, dócil à liturgia, se prepara para as celebrações de um grande evento da salvação e como o vive por oito dias que tornam evidente o mistério celebrado.

Os textos hinológicos da véspera e do ofício matutino estão são dos grandes hinógrafos bizantinos vividos do século VI ao IX – Romano o Melode, Sofrônio de Jerusalém, Germano de Constantinopla, André de Creta, João Damasceno, José o Hinógrafo – e sublinham o estupor e a maravilha do Batista e de toda a criação (anjos, firmamento, água do Jordão) face à manifestação humilde de Cristo que se aproxima para receber o batismo. Um dos textos mais significativos é a grande bênção da água, celebrada ao fim da véspera ou mesmo ao fim da Divina Liturgia do dia e que se realiza, como de costume, na fonte batismal da igreja. A oração, atribuída a Sofrônio de Jerusalém, é um longo texto que constitui uma celebração em si mesma, se bem que se situa sem solução de continuidade com a véspera ou com a Divina Liturgia.

Depois do canto dos tropários a celebração prossegue com diversas leituras do Antigo e do Novo Testamento: três textos proféticos de Isaías (35, 1-10; 55, 1-13; 12, 3-6), depois São Paulo (I Coríntios 10,1-4), e então o evangelho de Marcos (9, 1-11). Segue a grande litania diaconal com uma invocação do Espírito Santo para a consagração das águas, para que elas sejam fonte de perdão, de purificação e de vida nova para os batizados: “A fim de que seja santificada esta água com a virtude e o poder e a vinda do Espírito Santo . A fim de que desça sobre estas águas a ação purificadora da super-substancial Trindade. A fim de que nós possamos ser iluminados com a luz do conhecimento e da piedade pela vinda do Espírito Santo. A fim de que esta água possa tornar-se dom de santificação, banho dos pecados para a cura da alma e do corpo”.

A oração de consagração da água inicia com uma primeira parte na qual o sacerdotes louva a Trindade divina, como nas anáforas eucarísticas: “Trindade super-substancial, boníssima, diviníssima, onipotente, onisciente, invisível, incompreensível, criadora, inata bondade, luz inacessível”. A oração se dirige depois diretamente a Cristo, com títulos que indicam um contexto claramente calcedoniano: “Nós te glorificamos, Senhor, amigo dos homens, onipotente, rei eterno, Filho Unigênito, nascido da Mãe sem pai e do Pai sem mãe. Na festa precedente de fato te havíamos visto menino, nesta ao invés te vemos perfeito, manifestando-te nosso Deus perfeito”.

O texto prossegue com a enumeração dos fatos salvíficos celebrados na festa; nas vinte e quatro invocações que iniciam com a palavra “hoje”, o texto descreve não somente os fatos ocorridos na história da salvação e hoje comemorados, mas a palavra “hoje” tem uma força de atualização na celebração e na vida da Igreja: “Hoje a graça do Espírito Santo, em forma de pomba, desce sobre a água. Hoje o incriado, por sua vontade, é tocado pelas mãos da criatura. Hoje o Rio Jordão se transmuta em remédio pela presença do Senhor. Hoje somos resgatados das trevas e nos tornamos brilhantes pela luz do divino conhecimento”. Duas frases do sacerdote invocam por três vezes a santificação das águas: “Tu, Senhor, rei e amigo dos homens, sê presente também agora pela vinda do teu Espírito Santo e santifica esta água. Tu mesmo também agora, ó Senhor, santifica esta água com o teu Espírito Santo”.

Terminada a oração, o sacerdote introduz a cruz benedicional com um raminho de ervas aromáticas na água cantando, por três vezes, o tropário da festa: “No teu batismo no Jordão, Senhor, manifestou-se a adoração da Trindade: a voz do Pai te rendia de fato testemunho, chamando-te ‘Filho dileto’, e o Espírito Santo, em forma de pomba, confirmava a segura verdade desta palavra. Ó Cristo deus que te manifestaste e iluminaste o mundo, glória a ti”. Ao término os fiéis passam a beijar a cruz e são aspergidos com a água consagrada, que depois, segundo a tradição, levam para casa.

Da festa podem ser sublinhados três aspectos: em primeiro lugar, a manifestação da divindade em chave trinitária: o batismo de Cristo no Jordão manifesta sim a revelação do Verbo de Deus, mas inclui também a do Pai e do Espírito Santo. Em segundo lugar, a celebração manifesta a obra salvífica de Cristo, evidenciada no batismo e levada a cabo na sua humilhação. Em terceiro lugar, a celebração da Epifania significa também a comunicação aos homens da graça do Espírito Santo por meio da água do batismo.

Fonte: L'Osservatore Romano

Tradução: OBLATVS

terça-feira, 5 de janeiro de 2010

Estatísticas do Papa em 2009

Mais de dois milhões e duzentos mil fiéis e peregrinos participaram de encontros públicos com o Santo Padre Bento XVI no Vaticano ou em Castel Gandolfo em 2009. Não estão incluídos as visitas às paróquias romanas e a outras dioceses italianas, como também não se contam aqui os milhões que se encontraram com o Papa nos Camarões e em Angola, na Terra Santa e na República Tcheca.

Audiências gerais: 537.500

Audiências especiais: 115.600

Celebrações litúrgicas: 470.800

Angelus: 1.120.000

Total: 2.243.900

Fonte: Santa Sé

Catedrais (XVIII)

Cathedral of the Immaculate Conception
Diocese of Portland / Maine 

Basilica of the National Shrine of the Assumption of the Blessed Virgin Mary
Archdiocese of Baltimore / Maryland 

Cathedral of Mary Our Queen
Archdiocese of Baltimore / Maryland 

Cathedral of the Holy Cross
Archdiocese of Boston / Massachusetts 

Cathedral of Saint Mary
Diocese of Fall River / Massachusetts 

Cathedral of the Annunciation
Eparchy of Newton of the Greek Melquite
Roslindale / Massachusetts 

Cathedral of Saint Michael
Diocese of Springfield / Massachusetts 

Cathedral of Saint Paul
Diocese of Worcester

sexta-feira, 1 de janeiro de 2010

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...